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Após primeira morte por hantavírus em Minas Gerais em 2026, o secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti, afi

Após primeira morte por hantavírus em Minas Gerais em 2026, o secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti, afirmou que não há risco de surto nem transmissão entre humanos no estado. A vítima foi um…

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Após primeira morte por hantavírus em Minas Gerais em 2026, o secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti, afirmou que não há risco de surto nem transmissão entre humanos no estado.

A vítima foi um homem de 46 anos, morador de Carmo do Paranaíba, no Alto Paranaíba. Ele teve contato com roedores silvestres em uma lavoura de milho e morreu em 8 de fevereiro após apresentar sintomas como febre, dores no corpo e dificuldade respiratória.

Segundo Baccheretti, o hantavírus já circula historicamente em Minas Gerais e os números registrados neste ano não estão fora do padrão. Em 2025, o estado teve seis casos e quatro mortes. Em 2026, foram confirmados dois casos e um óbito.

A doença é transmitida principalmente pelo contato com fezes, urina ou saliva de roedores silvestres, especialmente em ambientes fechados e pouco ventilados, como paióis, galpões e depósitos rurais. A infecção pode ocorrer quando a poeira contaminada é inalado durante limpezas feitas sem umedecer o local.

Entre os sintomas iniciais estão:
• febre
• dor de cabeça
• dores musculares e nas articulações
• dor lombar
• sintomas gastrointestinais

Nos casos mais graves, a doença pode evoluir para:
• falta de ar
• respiração acelerada
• tosse seca
• queda de pressão
• aceleração dos batimentos cardíacos

A taxa de letalidade da hantavirose varia entre 30% e 50%.

A Secretaria de Estado de Saúde orienta a população, principalmente em áreas rurais, a manter ambientes ventilados, evitar varrer locais fechados a seco e armazenar alimentos em recipientes protegidos contra roedores.”.